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25 janeiro 2017

Meu fone nos últimos 3 meses - parte 2


Não. Não foi só de sons crus, vanguardas e anos 70 que meu fone viveu, tanto que no momento em que publiquei o "Meu fone em Setembro" comecei a ouvir Jack Johnson pra valer, não aquele hábito repugnante de pegar "as melhores" -, porque quem decidiu o que há de melhor? - mas sim de ouvir a discografia inteira em Loop (repetição). Demagogicamente concordo com os números e com a crítica e "In Between Dreams" é o álbum que mais me identifiquei.
O Rock In Rio é só em setembro mas já em outubro (2016) começaram as movimentações em torno das bandas e artistas que vão encabeçar o festival. Duas das minhas bandas favoritas já foram confirmadas, mais um motivo para ouvi-las. O anúncio do Aerosmith me fez ouvir e assistir o Unplugged de 1990, já o anúncio dos californianos do Red Hot Chili Peppers me fez focar no "The Getaway" (clique aqui para ler a resenha do disco), seu mais recente trabalho e na sequência "Californication" (1999) e "By The Way" (2002), os discos que me apresentaram a banda.

Menções honrosas: Continuo ouvindo Oasis - talvez nunca pare -, estou voltando a ouvir Sublime, tanto a fase com o Bradley quanto nessa volta com o Rome, passei a ficar mais viciado em Criolo - haverá um post dedicado - e revisitei todos os álbuns do Charlie Brown Jr até o acústico (2003), "Transpiração Contínua e Prolongada" (1997) foi o disco que mais ouvi da banda.

24 janeiro 2017

Meu fone nos últimos 3 meses


Desde setembro/começo de outubro eu não trazia pro Meu Nome É Música o que andava escutando, - na verdade a série "Meu fone" só teve sua primeira edição, apesar da ótima repercussão. Uso este espaço pra agradecer e me desculpar.
Desde então ouvi muita coisa - um pouco óbvio pra quem passa 30 horas por dia ouvindo música. Comecei com a dupla Sabbath e Led Zeppelin e seus respectivos primeiros trabalhos (ambos homônimos), já que eu estava querendo ouvir sons mais crus - na competência da pureza do trabalho de cada banda -, e não há nada mais cru que bandas vanguardistas em meio a revolução musical, Woodstock (1969) e consequentemente New Wave.
Final dos anos 60 e começo dos 70...e eu não fiquei só pela Inglaterra, fui ver a arte brazuca em meio a ditadura, e inevitavelmente meus dois tiros foram apontados para a Bahia, precisamente pro sujeito da oração e seu autor em "E os Novos Baianos te podem curtir numa boa". Caetano me fixou e me abriu a mente com Transa, que já tinha ouvido, mas sem a maturidade necessária pra aprecia-la, viciei tanto nesse disco que passei um tempo querendo ouvir Caetano cantando apenas em inglês - lembrando que o álbum foi lançado em 1973 durante seu exílio nos Estados Unidos. No caso do sujeito da frase, faz alguns anos que eu já admiro o que eles fizeram naquela época, Os Novos Baianos desbravaram o brilho, a mistura e a identidade escondida entre a vanguarda europeia e a pragmática música brasileira produzida até aquele momento. "Acabou Chorare" que é considerado por muitos o maior álbum da música brasileira - concordo - foi o meu foco, a primeira música que me chamou atenção nessa "volta" foi "Um bilhete pra Didi", tema instrumental que eu comparo com a miscelânea musical de Zappa, mencionado "Meu fone em Setembro", além disso, fiquei horas ouvindo "Mistério do Planeta", minha música favorita do grupo.

Claro que não foi só isso que eu escutei em todo esse tempo, haverá uma segunda parte.

Quer saber o que eu ando ouvindo? (Clique aqui) para me achar no Spotify.

03 outubro 2016

Meu fone em Setembro


A música como toda arte é um meio infinito. A partir disso, redescobrir artistas/bandas que antes a gente não gostava faz parte do amadurecimento. Nesse último mês muita coisa passou pelo meu fone de ouvido, artistas que fazia tempo que não escutava e outros que apesar de conhecer suas obras, só agora me estalaram os ouvidos. Na lista abaixo vocês encontrarão meus fascínios internacionais desse último mês.

Anos 60 e 70 reinando novamente

Nós últimos meses fiquei muito ligado na onda de discos e de bandas que estão aparecendo tanto no Brasil quanto na gringa. A velha guarda ficou um pouco de lado, enquanto novos timbres entravam pelo meu ouvido. A retomada da galera vanguardista veio através de um de seus aprendizes, Gary Clark Jr, um músico de blues com muitas influência da lenda Jimi Hendrix. Como uma coisa leva outra, voltei com Jimi, que me levou de volta aos anos 60 - década da minha banda favorita, The Beatles.
Nesse final de mês comecei a ler um pouco sobre David Bowie. Tô seguindo a ordem cronológica da discografia do camaleão - estou no disco The Man Who Sold The World.

Além dos citados acima, a playlist ainda contém Oasis e Frank Zappa. O primeiro porque ainda não parei de escutar, a vibe ainda não passou e talvez não passará, e o segundo porque seus discos são quase um material didático pra quem quer entender de música, é uma verdadeira miscelânea de ritmos.

Playlist completa: