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26 julho 2016

Entrevista com a banda Descolados do Mundo

O Meu Nome É Música já fez um post falando sobre a banda e hoje é o dia da entrevista, eles contaram um pouco de tudo, a entrevista tá bem legal. Confere!


A sonoridade da banda é bem ampla, não só dentro do “Labirinto”, mas também dentro das próprias músicas. Isso é proposital? Como funciona o processo de composição da banda?
Não é proposital, é natural. Nós não impomos limites e não nos restringimos a um determinado estilo. Nosso processo de composição é muito espontâneo, geralmente acontece com a banda reunida. Algum integrante traz uma idéia inicial que poder ser um riff ou um trecho de letra com melodia e a banda começa a fazer jams em cima desta idéia, improvisando. Desta forma as músicas vão surgindo e evoluindo e assim construímos cada música com diferentes climas e partes instrumentais contrastantes.

Como foi formada a Descolados do Mundo?
No início dos anos 2000 a banda foi formada por Sandro Moretti (vocal) e Daniel Berrettini (bateria) com o intuito de fazer músicas próprias. Já nos primeiros ensaios as primeiras composições começaram a surgir e foram sendo registradas em demos.

Vocês são de Santo André, interior de São Paulo. Como é a cena daí? Ainda tem muito espaço para o Rock?
O grande ABC é extremamente Rock `n` Roll. Tem uma grande concentração tanto de público como de bandas. Existem na região produtoras que organizam vários festivais de bandas independentes. Além disso, acontecem festivais organizados pelas próprias bandas. Um deles é o Circuito Ativo, organizado pelos Descolados do Mundo e bandas parceiras (No dia 23/07 rola a segunda edição na Concha Acústica de Santo André). Outra iniciativa interessante vem da própria Prefeitura que tem um comitê de bandas independentes e programa eventos na cidade.

Vocês são bem ativos nas Redes Sociais e estão presentes em todas as plataformas de Streaming. Esses mecanismos ainda são a melhor forma de divulgação da banda? Ou vocês ainda prezam pelo boca a boca e pelos shows?
As Redes Sociais são hoje fundamentais para a divulgação de uma banda. É uma ferramenta importante para que bandas independentes e com poucos recursos financeiros consigam atingir um público maior. Da mesma forma as plataformas digitais que possibilitam que qualquer artista possa distribuir seu trabalho em larga escala. Porém as bandas não devem ficar restritas a isso e nem achar que uma rede social vá fazer milagre. Fazer um grande show é a melhor forma de cativar o público e conquistar novos fãs.

Quais são os projetos para o futuro da banda?
No momento estamos divulgando o disco Labirinto lançado no final de 2015. Lançamos dois clipes “Psicose” e “Mais Leve que o Ar”. A prioridade este ano ainda é fazer shows com esse repertório e intensificar a divulgação. Paralelamente temos trabalhado em novas composições para nosso futuro disco.




Não deixe de conferir nossa lista de bandas brasileiras de Rock (clique aqui).

13 junho 2016

Entrevista com o cantor e compositor Vitor Medina

Vitor Medina é um cantor e compositor que mistura Folk, Rock e música Latina e se você quiser ver o que falamos sobre ele é só (clicar aqui). Hoje ele passa aqui pelo Meu Nome É Música para falar do seu disco de estreia o "Persona" - em breve sai uma resenha sobre o disco -, repercussão e o sobre o seu futuro.



Brasil sempre foi um exportador da música para os países vizinhos, você percorreu o caminho inverso, trouxe ritmos latinos para dentro da tua musicalidade. Como apareceu pra ti a música latina e como isso te influenciou?
- Em 2011, após 3 anos desde o término da minha primeira banda (que era de rock), resolvi voltar a compor e gravar algumas canções que acabaram vindo para mim nesse feitio. Acredito muito que o processo de composição é algo místico e indecifrável. Sempre ouvi de tudo, e naquele momento a forma de me expressar acabou sendo essa, sabe-se lá o porque. Gosto muito de ritmos latinos e de folk, e por conta de ter durante anos composto em uma banda de rock, após o seu fim, as outras influências tenham tomado as rédeas, como uma “fórmula de escape”, acredito eu.

Como foi o processo de gravação do Persona e como está sendo a recepção dele?
- O processo de gravação do “Persona”, ao meu ver, foi demorado. Foram 3 anos de gravações. Durante esse processos, acabei mudando de produtores, de estúdio (2 vezes), até chegar, em 2013, ao Zeus Media Brasil (do amigo Thiago Olliveira, que produziu o disco junto ao Raphael Dieguez). A partir dessa última mudança, as coisas passaram a andar.
A recepção do “Persona” tem sido muito positiva. Tenho escutado palavras de admiração e carinho de pessoas de todo o país, e até de fora. Estou feliz por esse lançamento, e pelo feedback positivo da imprensa (que tem aberto portas) e de profissionais da música acerca do mesmo.

O fato de tu ser um músico independente influencia no som que tu vai produzir? Ter a liberdade para experimentar?
- A música é arte, não tem porque não experimentar, sendo independente ou não. Pretendo durante a minha carreira ainda explorar vários outros caminhos musicais na hora de produzir e compor.



Você lançou o clipe “Colabora”, do disco Persona e ele já obteve mais de 60 mil visualizações no Youtube, tocou no Multishow e na Play TV também. Tu imaginou essa repercussão? E como surgiu a ideia do clipe?
- Não imaginei nada na verdade, pois quando lancei o single “Colabora”, havia 3 anos que não lançava um material inédito, então eu não fazia ideia do que tinha por vir, de qual seria a repercussão, mas acabou que esse lançamento teve bastante visibilidade nas redes sociais, rádios e sites especializados, servindo assim de termômetro e parâmetro para os próximos passos.

Pode ser cedo para perguntar sobre um disco novo, já que recém saiu o Persona, mas esse teu estilo mais Folk deve ser o teu caminho na música ou ainda tu está em um processo de experimentação musical?
- Já tenho algumas composições novas, que soam um pouco diferentes das do “Persona”, mas de uma forma que ainda não sei explicar. Essas, muito provavelmente, entrarão em um próximo disco, mas precisam pegar um pouco mais de “corpo” antes disso, pois ainda não fechei os arranjos por estar muito concentrado no lançamento do “Persona” por esses tempos.

Quais são as tuas influências, quem que tu se inspira para tocar?
- Olha, pra ser sincero, não sou um cara que procura se inspirar em determinados artistas para fazer o som. A vida, seus mistérios, e a forma como eu enxergo o mundo e as situações ao meu redor (ou até dentro de mim) que atiçam a minha criatividade.

Quais os teus projetos para o futuro?
- Primeiramente retomar a rotina de shows e rodar com a banda e o “Persona” no maior número de cidades que puder. Futuramente, clipes de músicas desse trabalho, e ainda mais a frente, um próximo disco. Acho que ainda é cedo para falar de forma concreta sobre o amanhã.  Sou “pés no chão”, embora possua algumas metas e sonhos. Por enquanto vou vivendo o hoje, já que tenho curtido muito tudo o que tem acontecido na minha carreira desde que a retomei com “Colabora”. Aos poucos vou planejando os próximos passos, e o mais legal é que todo mundo que me acompanha terá a oportunidade de trilhar e descobrir isso junto a mim.

Facebook: vitormedinaoficial

03 maio 2016

Entrevista com a banda Folks

Folks é uma banda de Rock fluminense que tem uma pegada sensacional, com um som potente e bem original. A banda é formada por Kauan Calazans (Voz), Luca Neroni (Guitarra), Paulinho Barros (Guitarra / Voz), Vitor Carvalho (Baixo / Voz) e Ygor Helbourn (Bateria) e quem quiser curtir o som deles, dá um play no vídeo abaixo enquanto lê a entrevista que o Kauan, vocalista da banda, deu para o Meu Nome É Música.



O nome da banda na primeira olhada dá aquela sensação de ser uma banda folk, mas vocês são na verdade uma banda de Rock, como surgiu o nome da banda? Vocês já foram confundidos pelo nome com uma banda folk? 
Pois é cara, isso acontece algumas vezes. Lembro de uma vez um casal de turistas do Peru que viu nosso nome na porta do Imperator aqui no Rio de Janeiro e entraram no show achando que seria um show folk, depois eles entraram no camarim e falaram que na verdade a surpresa foi ótima pra eles de ser uma banda de rock. Na época dos primeiros ensaios, quando estávamos compondo as primeiras músicas e não tínhamos nome, ficávamos pensando direto sobre qual nome poderíamos dar a banda, é uma missão muito importante e difícil... Uma vez eu estava no carro ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez de “Stand by Me”, e num determinado momento da música ele fala “Hello Folks/ how you doing Folks” algo do tipo... e o Folks ficou na cabeça, que na verdade significa “galera/pessoas” e como a gente sempre quis ter uma banda que agregasse todo tipo de pessoas independente de qualquer diferença, acho que encaixou perfeitamente... E no final, eu só tenho a agradecer ao John, mais uma vez...

Vocês recentemente tocaram no SXSW, como foi a experiência pra vocês? 
Foi incrível! Não só por se tratar da edição de aniversário de 30 anos de um dos festivais mais respeitados do mundo, mas você subir no palco e começar a cantar em um idioma completamente desconhecido do público e ainda assim eles estarem completamente conectados com o que estava rolando ali foi maravilhoso! Inclusive, a gente fez eles cantarem trecho da nossa música e tudo, foi muito emocionante!  

Vocês são fluminense. Como é a cena daí? 
A cena aqui no Rio de uns anos pra cá tem se tornado referência, as próprias bandas vem se articulando e juntas conquistando novos espaços de qualidade pra que haja eventos. Isso também só é possível devido ao grande número de bandas de excelente qualidade, posso citar algumas de amigos que estão sempre dividindo palcos com a gente e que gosto muito como Stereophant, Canto Cego, Nove Zero Nove, Drenna, Clashing Clouds, Hover, Filtra, Medulla, Menores Atos, Planar, Fleeting Circus, Memora, Candido, El Toco, Vital, Jaya, Drops96, Vendo Meu Sofa Vermelho, Diabo Verde, Pessoal da Nasa, Jane Lane, Balba, Kapitu, Quarto Teto, Ventre, Fuzzcas, Limber, The Outs, The Highjack, Rivotrio2ml... Na real tem mó galera, essas são só algumas que vieram na mente no momento, tem muita gente fazendo um trabalho bem maneiro, e acho também que a pesquisa, você ir atrás pra conhecer faz parte do processo, é importante que as pessoas tenham cada vez mais interesse em procurar o novo...  



Quais são os projetos para o futuro da banda? 
A gente ainda tem muita coisa pra explorar no nosso primeiro disco, queremos gravar mais alguns clipes, talvez uns live sessions, esse disco chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, ficamos muito felizes e orgulhosos, claro que por ser o primeiro temos um carinho muito especial... Mas continuamos compondo, o segundo já está nos nossos planos! 

A banda quando começou pensou em atuar no cenário aqui no Brasil, ou exportar? 
A gente sempre pensou aqui no Brasil, nossa casa... Claro que em conversas mirabolantes rolava papo de ir lá pra fora fazer um som, mas não imaginávamos que teríamos essa oportunidade no momento. Claro, que agora abriu nossa mente e estamos pensando em lançar nosso disco em outros países também.

As influências de vocês são muitas, tem como citar cinco? 
Olha, são muitas mesmo, cada um da banda curte vertentes distintas apesar dos nossos gostos serem muito semelhantes. Mas se fosse pra resumir em 5, seria mais ou menos: 1) Led Zeppelin 2) Rolling Stones 3) Barão Vermelho 4) Paralamas do Sucesso 5) Bad Religion.

Vocês são uma banda independente? Se sim, quais as vantagens e as desvantagens? 
Sim, tivemos nosso disco lançado pelo selo Toca Discos, eles nos dão um suporte e nos ajudam em muitas áreas mas continuamos sendo uma banda independente, sem nenhum tipo de investidor. O bom é que podemos fazer o que quisermos sem pedir autorização pra ninguém. O ruim, é que praticamente todos os projetos precisam de grana, e se tivéssemos um investidor seria mais fácil de viabilizar tudo que temos em mente. Mas acredito que “tudo tem seu tempo, tudo tem o seu valor” Então seguimos fazendo nosso som, espalhando amor e boas energias pra todos os lados, enquanto estivermos felizes com o que fazemos, tudo vale a pena!

O Meu Nome É Música agradece o Kauan e a banda Folks pela atenção com o Blog.

Não deixe de conferir nossa lista de novas bandas de Rock aqui do Brasil, (clique aqui).

13 abril 2016

Entrevista com a banda Alarmes

Alarmes é uma banda de Indie Rock - apesar de não se prenderem a um único seguimento -, lá de Brasília. Formado por Gabriel Pasqua  (bateria e vocais), Arthur Brenner (guitarra e vocais) e Lucas Reis (baixo e vocais) a banda lançou no dia 29 de março (2016) o álbum "Em Branco", trazendo poesia, suas percepções e Rock, é claro. Então aproveita e escuta o disco da banda enquanto lê a entrevista que eles deram para o Meu Nome É Música.
Dá o Play e confere:



Vocês se consideram Indie Rock? Quais as bandas e artistas que influenciaram e influenciam vocês?
Podemos dizer que sim, afinal as bandas do gênero são nossas maiores influências, como Arctic Monkeys, Queens of the Stone Age, Foals, St. Vincent, Jack White, Royal Blood, entre várias outras. Quando pequenos, tínhamos contato com alguns clássicos, escutávamos Beatles, Rolling Stones, Xuxa - definitivamente as primeiras influências -, Blink 182 e The Offspring. Isso porque os nossos pais foram sempre muito ligados a música, inclusive os pais do Arthur e do Gabriel são músicos até hoje. Foram eles os responsáveis por nos apresentarem a bandas como Led Zeppelin, Alceu Valença e Os Mutantes e por nos colocarem em contato com instrumentos musicais.

Vocês acabaram de lançar o álbum “Em Branco”. O disco tem uma variação de Indie pra Hard Rock, o que fica claro na música “Incerteza de um Encontro Qualquer”. Essa variação foi proposital ou saiu natural?
Essa variação de estilos no nosso CD foi natural e se dá pela diversidade de coisas que escutamos. Durante a produção do álbum, as músicas foram tomando forma gradual e naturalmente, foi um processo bem espontâneo. Não nos preocupamos muito com o estilo pois acreditamos que isso faz com que a cara da banda transpareça mais em nosso trabalho. Queríamos fazer um CD de estreia que mostrasse o que é Alarmes, e acho que teve um resultado bem fiel a isso.



Qual a proposta do disco e o que vocês planejam para o futuro dele e da banda?
A proposta do CD é mostrar a verdadeira cara da Alarmes e nos aproximar ainda mais do nosso público, que já se identificava com as músicas que já tínhamos lançado. Agora estamos aqui por inteiro neste álbum. O "Em Branco" é onde começamos a escrever uma história. Estamos planejando divulgar o álbum por todo o Brasil e mais materiais relacionados a ele estão por vir!

Vocês são de Brasília, uma cidade que foi a capital do Rock nos anos 80. Tem algum peso de tocar aí, como que é a cena atualmente?
Não há peso algum por conta do rock brasiliense dos anos 80. A gente reconhece e respeita o que foi feito pelas bandas na época. Chegamos aqui para inovar junto a essa cena maravilhosa e talentosa aqui de Brasília. E sentimos essa mesma sintonia com o público em cada show. O público tem se mostrado muito animado e com sede de música, os fãs estão super dedicados a acompanhar os passos da banda, tanto em shows quanto nas redes sociais. 

É sensacional esse projeto de colocar os vídeos de vocês com tradução em libras. Como surgiu essa ideia e foi difícil colocá-la em prática?
A ideia veio do Lucas, nosso baixista. Estávamos conversando sobre formas de aumentar o alcance das nossas músicas, expandir a visibilidade do nosso trabalho e ele veio com essa ideia, fazer até os surdos "ouvirem" a música. Afinal só a arte tem essa capacidade de não ter barreiras para tocar as pessoas. A partir daí, nós fomos assistir alguns vídeos de libras e percebemos que dava para atrelar um conceito artístico com a interpretação da nossa música em libras. Isso é muito gratificante e animador para nós enquanto músicos.


O Meu Nome É Música agradece a banda Alarmes pela entrevista, clique aqui e entre no Facebook da banda.

Não deixe de conferir nossas listas especiais.
Novas bandas brasileiras de Rock
Aumenta o volume que é Rap Du Bom


11 abril 2016

Entrevista com a banda Muñoz Duo

A banda Muñoz Duo é a entrevistada de hoje do Blog Meu Nome É Música. Eles vem misturando Rock e Blues num atípico Duo (como o nome sugere). A banda faz parte daquela galera que tá fazendo um som com a capacidade de exportação, já que cantam em inglês e por isso até são confundidos com bandas gringas.
Já fizemos um post sobre a banda (clique aqui).
Primeiro se liga nessa música do álbum "Nebula" de 2014, depois confere a entrevista aqui em baixo!!



Vocês naturalmente se diferenciam de outras bandas por serem um Duo. Como surgiu essa ideia?
Começamos experimentar e compor apenas com guitarra e bateria e curtimos o resultado.

Vocês são de Uberlândia, mas em 2015 se mudaram para Floripa. Por que essa decisão? A cena aí em Floripa é melhor que em Uberlândia?
Na verdade somos de Mineiros/GO. Nos mudamos pra Uberlândia em 2009 e em 2013 formamos a banda. Nos mudamos pra Floripa por vários outros motivos. A banda não é o motivo principal. Acredito que o cenário independente é praticamente o mesmo em em SC e MG. No Brasil inteiro, na real

Vocês lançaram um EP, depois o disco “Nebula” em 2014, quais são os planos pro futuro da banda?
Estamos começando a pré-produção do álbum novo. Será lançado no segundo semestre.

Tem um monte de banda surgindo e mesmo que a grande mídia não apoie, as bandas hoje em dia parecem que estão se unindo para fortalecer a cena. Como vocês vêem isso? Tem mesmo essa união, ou é um pouco mascarado?
 Por estarem lançando material e circulando na mesma época, acho existe uma união natural entre as bandas de alguns estilos que tem se popularizado no Brasil. O Stoner, por exemplo.

O que influenciou vocês a tocaram e quererem seguir essa caminho na música?
Desde cedo temos contato com Rock N' Roll e instrumentos em casa. Já é uma paixão antiga.



Não deixe de conferir a lista falando das novas bandas de Rock aqui do Brasil (clique aqui).

06 abril 2016

Entrevista com o cantor e compositor Jéf

Jéf é um cantor e compositor gaúcho da cidade de Três Coroas que mistura Indie, Pop- Rock e Folk com uma boa parcela da sua concepção pessoal sobre o mundo. Sua voz já alcançou muita gente dentro e agora fora do país, isso porque ele tocou recentemente no festival SXSW em Austin, Texas (Estados Unidos).
Depois de dois discos lançados, "Leve" em 2014 com a produção de Thiago Heinrich, ou como Jéf chama o George Martin brasileiro e o "Interior" de 2015 com a produção do Lucas Silveira da banda Fresno, Jéf desembarcará dia 29 de abril no tradicional festival Abril pro Rock, mas antes de chegar em Recife ele fez uma escala aqui no Meu Nome É Música e contou sobre sua carreira, festivais, produção musical e shows.
Confere aí a entrevista.



Agora em abril, tu vai participar do grande festival Abril pro Rock, um festival muito eclético e que já revelou de Chico Science & Nação Zumbi a Los Hermanos, qual a tua expectativa de tocar no festival? E o que tu espera do público de lá?
Fiquei muito feliz com o convite. Quando recebi a mensagem, deu vontade de sair correndo, de tão alegre que fiquei. É um festival mega importante, como você disse, lançou o Los Hermanos que é uma grande referência pra mim. Meu primeiro fã clube é de Recife, eles fizeram uma força gigante pra que eu fosse pra lá, espero poder devolver todo o carinho que recebo deles e de quem gosta do meu trabalho.

Você acabou de participar da SXSW em Austin. Como foi a experiência lá? O público era maioria brasileiro? Tem diferença do público daqui?
Foi uma experiência incrível. Nunca tinha saído do país, não falo bem inglês e consegui me virar superbem. Foi experiência de vida mesmo, acrescentou muito pra mim. O público era maioria gringo mesmo, e foram super atenciosos, prestaram atenção nas músicas e aplaudiam muito quando terminava. Tem um respeito muito grande pelo artista.

Você em 2015 lançou o álbum “Interior’, como está sendo a recepção do público no shows e como tu seleciona o repertório? Mescla com o álbum “Leve” de 2014?
Tá sendo bacana, o pessoal canta junto as músicas e isso é muito bonito. Sim, como o "Interior" surgiu pouco tempo depois do lançamento do "Leve", tive que aproveitar algumas músicas, não podia deixa-las de lado. Então, nos shows, mesclo os dois discos sim.

 
Como tu assimila teu reconhecimento diante de um público maior? Pessoas do Brasil inteiro conhecendo o teu trabalho através da Internet e também de clipes na TV. E teve até um mexicano lá em Austin que conhecia o teu trabalho né? Como é isso pra ti?
Sim, teve um mexicano lá que veio falar comigo e me deu vontade de chorar, foi bem emocionante. Como eu sou do interior do Rio Grande do Sul, não tinha muito ideia desse mundo da música, não pensava nisso. Coloquei minhas músicas na internet porque queria compartilha-las, e aí surgiu o disco, e aí surgiu o programa e tudo mudou, teve uma dimensão maior, e é muito legal isso, de poder ter minhas músicas escutadas pelo Brasil inteiro, e agora até fora do país, pois lá estava rolando na rádio do festival, foi um passo super importante. É tão bonito quando a gente faz  algo com carinho e esse carinho volta pra ti.

Você fez uma música em parceria com o Lucas Silveira do Fresno e também foi ele que produziu o “Interior”. Como foi tua relação com ele na hora de fazer a música e o clipe?
O Lucas é incrível. Quando lancei meu primeiro disco, ele ouviu, não sei como chegou até ele, e compartilhou, na época eu nem vi, um amigo que me avisou. Aí quando cheguei no programa e vi que ele era jurado, agradeci. Ele falou que independente do que rolasse no programa, ele gostaria de gravar meu próximo disco na casa dele, fiquei super feliz. E aí rolou de ganhar o programa e ele produzir o disco. Logo na primeira conversa, já falamos de fazermos uma música juntos, e passei o final do ano inteiro pensando em um assunto legal pra essa música, que seria muito importante. Cheguei com a ideia de "Rema e Acredita" e finalizamos durante as gravações. Ele é um grande compositor. Depois para o clipe, o Rafa Rocha (que além de fazer clipes lindos, participa de uma banda sensacional, chamada Wannabe Jalva) teve a ideia e convidamos o Lucas, que topou na hora. Conseguimos conciliar a agenda mega lotada dele, e fomos abençoados com um dia lindo.

Uma curiosidade, seus dois discos tem uma arte na capa que é espetacular. Quem fez a capa? E como surgiu a ideia?
A capa do "Leve" foi criada pelo meu amigo Leo Lage, ele é artista gráfico, de Porto Alegre. Ficamos um bom tempo em cima do conceito "leve", até que ele chegou a ideia, junto com o fotógrafo Gabriel Not.
A capa do "Interior" foi criada pelo Rafa Rocha, que também dirigiu o clipe de "Rema e Acredita". O Rafa é super talentoso. Levamos um tempo para decidir o caminho que queria seguir, até que um dia quando eu estava dirigindo, tive a ideia de "interior" para o nome do disco, mandei pra ele e na hora ele achou massa, e começamos a trabalhar o conceito. As artes do encarte são muito bonitas, acho que ele conseguiu captar muito bem a atmosfera e a energia do disco.





O Meu Nome É Música agradece o Jéf pela entrevista e pela atenção com o Blog. Ficaremos sempre em alerta com qualquer novidade sobre ele.

04 abril 2016

Entrevista com a banda OS INFORMAIS

Essa banda de Rock and Roll traz suas perspectivas através de letras que falam do cotidiano e de relações interpessoais. A banda já tem quase 10 anos e experiências são o que não faltam, felizmente eles contaram tudo para gente, desde a cena de Salvador, até os projetos para o futuro da banda.
 (Já fizemos um post falando sobre a banda, para acessar clique aqui).

Confere aí a entrevista que ficou sensacional.

Vocês são de Salvador. Como que é a cena de Rock da cidade? Vocês já pensaram em se mudar daí, ir pra São Paulo, Rio de Janeiro... ou em Salvador ainda tem muito a explorar?
Somos sim. A cena está aquecida, muitas bandas boas produzindo e existe um público interessante também. Já pensamos em descer para São Paulo ou Rio de janeiro mas entendemos que antes, precisamos crescer nesse "Mercado local" e criar raízes para depois fazermos isso. Temos aqui alguns exemplos que saíram da Bahia, como Maglore e Vivendo do Ócio, que atualmente atuam nacionalmente, mas antes tiveram que engrossar o caldo na Bahia, para depois migrarem.

Como começou a banda? Já estavam envolvidos no meio da música antes d’OS INFORMAIS?
A banda começou a nove anos atrás. Os integrantes da formação antiga estavam começando na música, assim como eu. Tínhamos passado por algumas bandas mas não éramos ainda profissionais.

Quais são as influências de vocês?
Cara, são muitas e bem variadas e gostamos disso, essa mistura... Óbvio que existe em comum é o gosto pelo Rock and Roll, mas até mesmo dentro do Gênero, os estilos são bem variados. Preferimos também não definir o nosso estilo e deixar que as pessoas escutem e internalizem o som.

Vocês tentam manter um padrão no som da banda ou procuram experimentar um pouco de tudo?
Não um padrão específico, mas naturalmente somos influenciados pelos artistas que gostamos, mas neste exato momento por exemplo, nossa antena está ligada, estamos produzindo novas músicas que resultarão no primeiro álbum da banda. Queremos experimentar, usar novos timbres, instrumentos diferentes, queremos provocar a nossa criatividade e ver no que vai dar.



Vocês são uma banda independente? Se forem, quais são as vantagens dessa liberdade? Tem desvantagem?
Somos sim. A vantagem é que você pode seguir livre no processo de criatividade. Mas após o primeiro álbum, não descartamos a possibilidade de apostarmos em uma produtora. Precisamos de administração e produção de terceiros para nos dedicarmos mais a parte musical, afinal, estas funções exigem muito tempo e dedicação.

Quais são os projetos para o futuro? Vocês lançaram recentemente o clipe “Respire Fundo”, como está sendo a aceitação do público?
O Respiro Fundo foi o primeiro passo para assumirmos definitivamente o nosso som autoral. Por muito tempo, transitamos entre cover e autoral e agora sabemos exatamente o que queremos. A aceitação está sendo surpreendente, o clipe e a música ficaram em sintonia e conseguimos sair um pouco da caixa, levando uma mensagem bacana através do clipe às pessoas.
O próximo passo como citei anteriormente é nos dedicar a produção do nosso primeiro álbum., que sairá no segundo semestre de 2016. Até lá, queremos conquistar público, participar de festivais, tocar bastante, fazer aquilo que mais gostamos.



O Meu Nome É Música agradece a banda pela atenção!
Não deixe de conferir a Lista com as novas bandas brasileiras! (clique aqui)

CONTATO
Facabook/osinformais

27 julho 2015

Entrevista como o Diego Marcel do Identidade Alagoana

O Identidade Alagoana é uma ideia que surgiu entre amigos no começo de 2007 e que rapidamente saiu do papel, primeiramente virando um programa de rádio e depois uma página no Facebook. O Identidade tem como objetivo reforçar a cultura alagoana. Na página vocês encontrarão agendas culturais do estado, como música, teatro, pinturas e artesanato em geral, além de um ótimo bom dia como uma das belas paisagem desse paraíso chamado Alagoas.
Aproveite e já entrem, curtam e sigam as páginas deles:  https://www.facebook.com/identidadealagoana?fref=ts e https://www.facebook.com/identidadeal?fref=ts

"A música é o nosso foco, temos um programa de rádio desde 2007 em rádios comunitárias, claro que nós nos estendemos para diversas ramificações da Arte, mas a música continua sendo o foco do Identidade Alagoana"

Hoje a entrevista é com o Diego Marcel, um dos idealizadores do Identidade Alagoana, o papo foi bem descontraído e resultado disso vocês conferem aí!

Qual a identidade musical de Alagoas?
"Nesse trabalho que a gente faz no Identidade Alagoana, nós nunca percebemos um estilo musical próprio de Alagoas, ao contrário de outros estados que tem ritmos associadas como Samba e o Funk ao Rio de Janeiro e o Axé à Bahia. Já Alagoas não tem uma identidade musical definida, reflexo da cultura daqui que importa e valoriza muito o que é de fora. Tanto que o nosso projeto com o Identidade Alagoana é reforçar bem a nossa identidade, pro pessoal se identificar mais com as coisas daqui.
Mas se quiser levar em consideração, o Forró (xaxado) é bem marcante aqui, muito pelo São João que é bem forte e o Maracatu que tá na raiz do Alagoano, pela história e por tudo que aconteceu aqui como a Quebra de Xangô. Então por tudo isso, o Forró e o Maracatu são vertentes musicais que identificam Alagoas."

 Quais as bandas que mais se destacam aí?
"Alagoas nunca teve depois do Djavan - apesar de ao longo de sua carreira nunca ter seu trabalho associado à Alagoas - algum artista que se destacasse entre o pessoal daqui, mas não tem como negar o trabalho consolidado do Wado dentro e fora de Alagoas. Também temos o grande sucesso da banda Vibrações, que já tem o seu trabalho consolidado em outros estados do nordeste, no sul e sudeste, e se você andar por estes estados verá que a banda tem um reconhecimento até maior do que em Alagoas."
Quais os festivais mais importantes aí em Alagoas?
"Aqui tem muitos festivais ligados à Arte, mas de música tinha alguns que infelizmente acabaram como FEMUSESC, onde eles abriam as inscrições para músicos locais apresentarem seus trabalhos e com isso era produzido um CD do festival com todos os artistas alagoanos, e no final era escolhido um vencedor que representaria Alagoas na competição nacional. O Palco Aberto também era muito parecido na questão de seleção dos artistas e na produção do CD, mas nele não havia uma competição.
Nos festivais que acontecem atualmente em Alagoas temos o Festival De Verão De Maceió, que alia os grandes artistas nacionais com os locais. Geralmente são duas ou três bandas daqui e depois fecha com um artista nacional. O festival acontece no começo do ano, já faz dois anos que acontece aqui e é um enorme sucesso. O calendário festivo não atende a demanda dos artistas locais, mas ainda temos o FEMUFAL que existia até a metade da década de 80, mas voltou faz uns 3 anos e tem um vínculo com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), nesse festival cada um apresenta uma música e disso se tem um vencedor, mas infelizmente não tem um CD ainda. Os primeiros colocados ganham cerca três mil, mil e quinhentos e mil reais respectivamente. O festival ainda conta com prêmio de melhor canção (autoral) e melhor interpretação.
Também temos os festivais com um caráter mais alternativo como o festival MAIONESE realizado pelo coletivo Popfuzz, onde se apresentam bandas que não tem tanta visibilidade e oportunidade em outros festivais, mesclando com o pessoal de fora. Nesse mesmo estilo também temos o festival LAB, realizado em Maceió. O festival MAIONESE acontece no fim do ano, já o LAB acontece no começo do ano (já realizado em 2015).
A gente do Identidade Alagoana tentamos realizar uma série de encontros no espaço cultural Luiz de Mascarenhas no Farol, que pode se dizer como festival, lá nós juntamos música, artesanato, exposição, dança, tudo isso no Teatro e no Rol da Mascarenhas. Esse anos nós vamos tentar voltar, mas como mudou o governo é sempre mais difícil as coisas se acertarem.
Mas infelizmente os festivais ainda são poucos por aqui."

Os alagoanos dão grande importância pra música? Atrai grande público os shows locais ou só quando vem artistas de nível nacional?
"Alagoano como qualquer outro ser vivo gosta de música, mas apesar disso eles ainda não comparecem, nós do Identidade Alagoana temos em média 30 anos e começamos a ir à shows mais ao menos aos 16 anos e é inegável que os shows "nacionais" deram, dão e darão mais público, pois os artistas de fora são reconhecidos, bem tratados e consumidos aqui. Já os artistas locais tem uma valorização desproporcional, nós íamos em shows de caráter mais alternativo e até por isso que surgiu essa paixão por Alagoas.
Se for pra responder bem sucintamente a resposta é Não, o público daqui não frequenta e nem consome os artistas locais de um modo que eles possam se sentir valorizados, podemos ver isso em shows e festivais. Mas em contraponto temos a qualidade musical desses artistas que cada vez mais estão se profissionalizando e estão realizando trabalhos mais capacitados, mas infelizmente não são consumidos de uma altura digna. O que parece é que em Alagoas tudo o que é de fora é melhor, até musicalmente, mesmo que não identifique em nada o que a gente é."



Foi muito legal ter feito essa matéria, agradeço ao Diego pela atenção com o Meu Nome É Música, mais matérias sobre artistas alagoanos virão. Valeu!!!

03 julho 2015

Entrevista com o Naldão, o mestre dos Grooves

Reginaldo Costa (Naldão) é baixista, produtor, arranjador, compositor e professor do primeiro, maior e mais acessado site do Brasil, o CifraClub. Naldão mistura suas influências do Funk com a brasilidade de um músico que não abandona suas origens. O resultado disso? É uma mistura original, que só Naldão, um mestre dos Grooves consegue fazer.

Já vou mandando o link do novo CD do Naldão que é espetacular. Acesse lá
 http://palcomp3.com/reginaldocosta/

Naldão é o entrevistado de hoje do Meu Nome É Música. As perguntas são as que seguem.


O que te levou a tocar contra-baixo?
Meu primeiro contato com um instrumento musical foi com o violão, um grande amigo naquela época  quando éramos moleques ainda, ele já estudava violão pois o pai tocava viola, um dia na casa dele vendo-o tocar perguntei, “ ...me ensina a tocar violão? rsrs daí foi uma paixão, nunca mais larguei, o contato com o instrumento foi tão forte  que quando comecei, pedia o violão emprestado todos os dias, tanto que um dia esse amigo brigou comigo argumentando que eu estava indo a casa dele só por causa do violão rsrs e não pra brincar com ele...dai o meu pai vendo isso me deu um violão no outro dia!!

Nessa época passei a frequentar uma igreja evangélica com esse amigo...dai  um músico (Marcos Suel-Sax)começou a dar um curso de música gratuito, daí me perguntaram, “...Naldão o que você quer tocar??” eu pensei na guitarra mas meu amigo já estava na jogada, fiquei cismado!!(pensei) ele pode achar ruin!!!falei: o contrabaixo.É legal lembrar esse contrabaixo estava muito desregulado e empenado, lembro me  como se fosse hoje...dava pra pendurar roupa rsrs o legal é que anos depois  consegui reaver o primeiro baixo que toquei em minha vida ...ele esta aqui do meu lado um Gianinne Fiber bass Precision um verdadeiro dinossauro! O baixo sem duvida me fez crescer e aprender muito!!

Como funciona o teu Centro Musical ?
O Centro musical tem como principal característica o ensino de música de forma diferenciada e muito séria, a julgar que dificilmente dou aulas em dupla, são casos específicos que faço isso, valorizo a qualidade do ensino e sei que isso individualmente tem uma eficácia maior, o cliente (meu aluno) fica feliz e aprende de verdade, posso afirmar isso pois já dei aula em muitas escolas aqui em BH uma delas é a Minueto e pro-music, sei do que falo.A tecnologia é algo que acho importante passar para os alunos, falo dos meus pedais, incentivo e dou algumas aulas de gravação , onde o aluno vivencia o que é de fato gravar com metrônomo. Algo inovador e de grande valia pra seguir carreira. Leciono aulas de contrabaixo elétrico (04-05– 06 cordas e Baixo fretlles) do básico ao avançado,violão também!Já teclado e guitarra dou só para iniciantes. Ha aulas também de produção musical, gravação e teoria musical eu mesmo leciono!!O centro musical na verdade é também um home Studio onde faço produções musicas, arranjos e trilhas...

O que tu acha da atual música brasileira em questão melódica? Ela baixou de qualidade nos últimos anos?
Pode parecer estranho o que vou te falar mas na verdade a música brasileira tem crescido muito... o detalhe é que as grandes Rádios, veículos de massa, novelas toda a mídia que diga se de passagem que é mentirosa, volúvel e manipuladora...mostra com muito mais força as grandes porcarias ou aquilo que ele a quer promover, com exceção de poucos, a mídia mostra só aquilo que a massa consome..dai pinta muita gente querendo fazer aquilo que a massa consome daí amigo é um circulo vicioso, se a massa consome só porcaria...faça porcaria então, vai dar dinheiro!!rs é triste pois tem muita gente talentosa por aí fazendo música de qualidade porém não estão na grande mídia!

É importante ressaltar que existe vários estilos de música e em cada segmento temos novos nomes, alguns trazem algo novo, outros só repetem o que os outros fizeram...é muito delicado isso...são poucos que buscam inovar pois no Brasil  a massa ainda não consegue ter nível cultural pra isso...saiu uma estatística recente falando  da população brasileira algo estarrecedor,lá fala da massa que não vai ao teatro,não vai a shows, não sai de casa pra ficar em frente a uma Tv e aberta ainda...sei que muitos são destituídos de boas condições e  etc mas ainda sim, muitos ainda não saem da Poltrona...dai engole qualquer coisa...

Sair da zona de conforto exige atitude...e isso hj em dia é difícil de se ver!

Você já tocou em várias bandas, de vários gêneros, qual tu se identificou mais?
Sim, sou grato a Deus pelas oportunidades que tive e as que busquei...todas na verdade me trouxeram muita coisa boa...pois na música profissionalmente falando tem muita coisa em jogo...ensaios, viagens, produções, trabalhar em equipe ...cresci e aprendi muito...e verdade seja dita , qualquer que seja o estilo na hora do show ao vivo, não tem lero lero ali só tem verdade, ou você toca  bem mesmo ou não toca rsr.Mas claro que destaco a banda Cindra e banda Rei soul, que saudade daquele som,soul e Black music é bom demais,a banda Velotrol que fazíamos Rock and Roll com pegada e com a nossa cara, a banda Lucas Avelar samba funk e musica  brasileira sempre de alto nível (ver vídeos no programa da rede minas), a banda instrumental Como jazz uma banda que criei tocávamos muitos standarts de jazz  com a nossa cara, me identifiquei também com  a arte do Ricardo Novais Violão clássico participei do disco dele com produção do Amaranto, fiz um show memorável com Toninho Horta também RS lindo lindo e pra fechar toquei e fiz recentemente o lacto. E alguns shows da cantora Carla Gomes(produção do Liminha)...musica boa também samba funk, bossa , samba e por aí vai!!!


 
Como é dar aula no Cifra Club, podendo alcançar tanta gente, e vê pelos comentários, que as tuas aulas ajudam alunos do mundo inteiro?
Trabalhar no cifra é muito legal, um time de pessoas super pra cima e muita gente carismática...fui indicado por um amigo pra trabalhar lá, fiz as provas, testes e entrevista e entrei para o time, antes conhecia pouco...

As vídeos aulas tem como objetivo  ensinar aquela música X ou Y sabe?E pra muita gente que esta começando é muito legal poder ver um vídeo que o cara passa os macetes pra tocar aquela música que o cara gosta...é fato que é gratificante ver as pessoas aprendendo e tocando a sua arte...é muito legal!!Claro que pra ir mais fundo não tem jeito tem que estudar com um mestre, todos nós temos um eu a exemplo tenho vários rsrs a grande sacada pra mim na música não é só repetir aquilo que o músico em geral (baixista) fez ou tocou e sim saber como ele pensou, como ele estudou ou como desenvolveu pra chegar naquela conclusão de execução. E isso é mais forte pra quem já esta num nível de compor musicas autorais, de fazer arranjos, é fato existe a época que toda pessoa que toca  passa pela fase de querer tocar igualzinho e etc, maaaaaas depois bem pra frente e sem duvida o mais top é fazer a sua onda, pois assim é que as pessoas iram sacar o seu diferencial!

Além disso  as aulas no cifra estão sempre em evolução, além da própria vídeo aula em si, buscamos fazer mais vídeos com uma variedade grande de abordagens e assuntos, como as aulas teóricas, pergunte ao professor, reviews, aquecimento e por aí vai...assim conseguimos passar cada vez mais conteúdo e qualidade e claro podendo ajudar pessoas não só do Brasil e do mundo todo!

A arte rompe barreiras tornam as pessoas melhores e mais felizes...e isso é algo que esta sendo escrito na historia do cifra club e na minha também!

Como foi ter produzido o teu próprio disco instrumental, o “Bem Meu”?
O meu primeiro disco foi lançado em 2006...foi uma loucura produzir o disco, digo isso pois foram muitas lutas, era um sonho e na época não tinha ainda muita vivencia com projetos de lei de incentivo, daí tudo saiu do bolso e claro fora algumas parcerias que foram sem dúvida o que mais me ajudou, principalmente os colegas músicos que cederam sua arte na boa fé sem pensar duas vezes, foi um período também em que estava com minha filha bem novinha, foi muita coisa rolando na cabeça e no coração...mas tudo foi verdadeiro e muito motivador, os arranjos, alguns nasceram de ensaios com a banda, outros em casa, ou em hotéis durante uma viagem de trabalho com outra banda...foi uma vitória e uma grande conquista... aquele Cd retrata muito bem a minha alma e minha perseverança é BEM MEU!!rs

Destaco nesse disco as faixas Bem meu,J.C.M.V, Da sala, Pancadão, Bella dreams, Alpha...

E pra finalizar, quais são os projetos futuros? Tem um CD em produção, o que você espera dele?
Graças a Deus hj posso dizer que já tem terceiro disco no papel já, formei recentemente na bituca e de lá nasceram muitas canções através das aulas do Ian Guest...o repertório já tá fechado, tem musicas antigas que compus e várias coisas novas nesse terceiro disco, te garanto vai ser mais Power ainda...vai ser  todo com banda...Atualmente lancei via Web no palco mp3 o meu segundo disco...tá muito lindo...to satisfeito com o processo todo...muita coisa foi produzida aqui no meu Home Studio e outras musicas foram trabalhadas e captadas no Natrilha Produçoes sob a direção do grande brother Felipe Fantoni. O disco tem participação especial do grande baixista Rogerio dy Castro na musica happy song com um solo de fretlles lindasso, o Felipe fantoni participou além de me dirigir em algumas músicas, fez um solo lindo na versão pra La de brazuca em Asa branca...dai pra frente só tem musica bakana...peças onde o baixo mostra as suas características e possibilidades tanto nas melodias, harmonicas e percussivas...destaco a Abertura do disco com o Arthur Rezende descendo o braço RS...na sequencia  My aquarela uma versão minha com percussão feita pelo grande brother Wallace campos ficou linda, depois tem seis ventos um 6/4 nos arremete há um tema de jazz contemporâneo com o Pedrinho Moreira(Saulo larangeira) na batera, Marcelo morais(Víctor e Léo) guitarra e Paulinho(Skank) no trompete, músicos maravilhosos que tornaram a minha arte mais linda ainda...a Lucas Dreams é umas das que eu mais gosto ...são uns 05 contrabaixos fazendo solo, segunda voz, harmonia e contra pontos...uma balada pra lá de linda! Asa branca, Rosa, tu és fiel estão demais o disco todo tá bem legal e o mais importante tá gostoso de se escutar não enjoa sabe...sem fritação!rs


Muito obrigado Naldão pela entrevista e principalmente pela atenção com o Meu Nome É Música, e muito mais sucesso nessa estrada do Groove!!! Qualquer novidade nos avise!!

CONTATOS
Centro Musical Reginaldo Costa e Produções Musicais
9329.8242 - 9648.1396
" A arte de saber ensinar"
Visite o canal do Naldão no You tube
http://www.youtube.com/user/naldaocosta?feature=mhee


30 junho 2015

Entrevista com o cantor e compositor Gabriel Levan

Gabriel Levan começou sua carreira profissional em 2009 quando formou a banda de rock Fantoches, a banda tocou em casas de shows tradicionais em Porto Alegre e em programas televisivos locais. Em 2010 Gabriel se inscreveu e entrou para o programa Geleia do Rock do Multishow, onde foi um uma experiência muito boa para sua carreira como músico.
Em 2012 foi a vez de ele entrar para o programa The Voice Brasil que estava em sua primeira edição. Gabriel chegou até a fase ao vivo do programa e na final foi convidado pra cantar com Lulu uma música do Tim Maia.

Gabriel Levan é o entrevistado do Meu Nome É Música, as perguntas são as que seguem!

Você ficou conhecido nacionalmente através do The Voice Brasil. Você já tinha uma carreira antes?
Já, eu comecei na música em 2009, como vocalista e compositor da banda Fantoches, que acabou em meados de 2012.

Como está sua carreira profissional hoje?
Bastante corrida, estou com alguns projetos cover, um deles em parceria com a maravilhosa Debora Neto, e o projeto principal, que está trabalhando minhas composições para um CD

Quais são suas influências musicais?
Bah, eu venho de muitos lugares mesmo, meu berço é de Beatles, U2, Dave Matthews e Led Zeppelin, mas na sonoridade que a gente tá buscando tem influências mais atuais, como coldplay e black keys.

Quais são seus projetos futuros?
A gravação desse (tão adiado) CD, e daí é pegar o som e tocar pro mundo

O teu trabalho é autoral, ou é interpretar músicas de outros artistas?
Eu sempre vou trazer o cover comigo, mesmo no show autoral eu acho uma boa maneira trazer ele como uma forma de se comunicar com o público, quando a gente toca músicas que a gente ama e transmite isso, tem um vínculo muito único ali.

Uma coisa que me chamou a atenção na sua participação no The Voice Brasil, foi fato de você cantar Beatles. Qual a sua relação pessoal e profissional com os Beatles?

É especial, sem dúvida. Tive a experiência de fazer um show só de Beatles, num tributo que estamos pensando em retomar, inclusive, e foi transcendental. Ao mesmo tempo, quando eu assisti o filme"Across the Universe", me senti envolvido de uma paz de espírito tão única, que no final não sei se é melhor escutar ou cantar, mas são sons que vão me acompanhar pra sempre, e foi uma grande honra ter cantado duas músicas deles no TVB.

Agradeço muito ao Gabriel Levan pela entrevista e qualquer novidade nos avise Gabriel!!!!

Contatos
Site: http://gabriellevan.com/
Facebook: https://www.facebook.com/levangabriel
 



20 junho 2015

Bate-papo com a cantora e compositora Rafaela Melo

Rafaela Melo é uma cantora baiana, da cidade de Ruy Barbosa, de 24 anos, que procura transmitir em suas músicas uma verdade, todos os seus sentimentos e desejos.
Em um bate-papo com o Meu Nome É Música, ela fala de tudo, carreira, estrada, amor pelo que faz, e muita música.

Rafaela conta como a música surgiu em sua vida.
- Sabe... quando desperta o desejo desde a infância, e esse desejo foi crescendo, até que eu descobri que era o meu caminho... E eu também tenho muita paixão pelo sons, pela natureza, e isso tudo faz parte de mim, cantar com força e com amor.
 Rafaela também disse como surgiu sua carreira musical e como foram suas experiências profissionais.
- Eu comecei a agir profissionalmente aos quinze anos, cantando em quiosques, festas de aniversários e casamentos, comecei a participar das festas do calendário festivo da cidade, depois comecei a participar dos festivais da região como o Festival da Chapada, Festival Edésio Santos, Festival Geraldo Azevedo e Festival da Canção Estudantil, e foi aí que eu comecei a fazer shows, e isso foi me dando mais esperança, até que eu decidi entrar para o The Voice Brasil que foi muito bom, uma experiência completamente nova, onde me diverti muito e aprendi bastante.
Meu Nome É Música também perguntou pra ela, quais são os objetivos dela na música, se é compor ou cantar músicas de outros compositores.
- Eu tenho uma musicalidade muito mesclada, eu tenho muito da música negra, da Soul Music, do Samba de Raiz, da cultura popular e tenho também aquela pegada bem Funk... Eu componho muito, em larga escala, sempre que posso, mesmo que eu não cante só as minhas músicas, pois gosto de interpretar também.
Ela também disse ao Meu Nome É Música, quais os projetos dela pro futuro, o repertório dela nos shows e as dificuldade no mundo da música.

- Os próximos projetos são o lançamento de um CD, que irei gravar Independente, numa cidade vizinha. Eu tenho uma banda, onde temos um repertório autoral e temos também regravações. A gente canta Tim Maia, Elza Soares, sucessos da música popular como "Madalena" do Ivan Lins, "Telegrama" do Zeca Baleiro, mas a musicalidade é bem nossa. E a gente resolveu gravar tudo isso numa Demo, com 10 música. Por ser um projeto independente, tá meio difícil, pois tenho casa e filhos, mas vai sair, pois o material já está pronto, as músicas estão prontas, mas ainda não temos o material financeiro. Aqui é muito difícil, fora de Salvador tudo é muito difícil, e agora não da pra ir, eu até recebi oportunidade de ir, mas eu tenho uma vida aqui, eu preferi ficar aqui, mas os caminhos eu já fiz, e já sei trilhar.
O Meu Nome É Música finalizou o papo com ela, falando, qual é a mensagem que ela quer passar ao público, qual é sua inspiração e se ela já pensou em mandar suas composições para outros autores.

- A minha musicalidade se baseia no amor comum, um amor entre as pessoas, e não para uma pessoa, minha música tem um fundo de conscientização social e é isso que eu quero passar para o público. Eu falo de coisas muito particulares e fico com um pouco de receio de mandar minha música para outros cantores e as pessoas não compreenderem, e tem também aquele ciuminho de mãe, de compor uma canção e ela não ser transmitida de uma maneira que eu acredito que seja a maneira certa de ser transmitida, mas tem também os cantores amigos meus e eles interpretam as minhas músicas.
- A minha inspiração é a vida, os sentimentos, são as coisas que despertam em mim uma vontade de escrever. Tudo me traz um certa inspiração, meus filhos, minha vida, minha família, o cotidiano e eu quero levar essa mensagem pra todo o lugar, transmitindo dessa maneira.

Rafaela, quando tiver alguma novidade, conta pra gente!!!

ENTRE EM CONTATO:
https://www.facebook.com/RafaelaMeloOficial?fref=ts


13 junho 2015

Entrevista com o cantor e compositor Chico Paz

 Já fizemos um post sobre o Chico Paz, e hoje é o dia da entrevista com ele!
Queria agradecer ao Chico Paz, pela entrevista e atenção que ele teve com o Blog. E a proposta do blog é essa, levar a música boa para as pessoas.


Então a entrevista, é a que segue.
 

Sabemos que a música está presente na nossa vida em todos os momentos. Como ela apareceu pra você, a ponto de querer ser músico e querer transmitir uma mensagem?
Antes de tudo, muito obrigado por levar em frente a minha música. Obrigado!
Apesar de eu não ter parentes próximos trabalhando com música, minha casa sempre foi muito musical.Meus pais escutavam bastante música, principalmente aos domingos de manhã, era muito bacana. Rola de tudo, Cazuza, Eric Clapton, música clássica, discos infantis, era muito bacana.Com sete anos comecei a estudar música em um conservatório ao lado da minha casa, aulas de flauta, piano e violão. Mais ou menos com 10 anos de idade eu e minha irmã passávamos as tardes brincando de banda, imitando cantores, “organizando shows” e brincando de programas de rádio. Acho que foi nesse momento em que eu criei o primeiro grande laço com a música, acho aquilo tudo fascinante.Na adolescência, a rebeldia, a necessidade de me expressar, a necessidade de ser ouvido e transmitir meus sentimentos, angústias me fez começar a compor. Montei uma banda e senti que isso tudo realmente era o que eu mais gostava de fazer e cada vez mais fui percebendo que seria parte da minha vida.Música continua sendo a forma como “falo” como me expresso e conto minhas histórias. Preciso dela.

Quais artistas/bandas, que mais te influenciam na hora de compor, musicalizar e se comportar em um palco? 

Meus pais tem gostos musicais diferentes, minha mãe gosta muito do rock nacional, Lulu, Barão, Cazuza. Meu pai escutava muito Fito Paez, também Tangos e música clássica. Minhas influencias são uma mistura disso tudo mais artistas que fui conhecer depois.Sou fascinado pelo argentino Fito Paez, pelo rock nacional, principalmente Cazuza e Paralamas, mas atualmente escuto praticamente somente blues. Buddy Guy, Keb’ Mo’, Eric Clapton. Gosto de muitas coisas que na teoria não se cruzam, mas acredito terem um sentimento muito parecido. As músicas me conquistam pelo sentimento, pela história que contam, pela vibração. Dou muita importância para letra, não precisa ser rica em palavras, tem que ser verdadeira.Gosto muito do jeito como o Fito Paez escreve, gosto muito como Cazuza, Herbert e Paulinho Moska escrevem, acho que são as minhas principais referencias no uso das palavras. Para musicalizar eu gosto de misturar elementos, procuro não ficar muito preso não, mas é inegável que atualmente tenho me inspirado muito no Clapton, J.J Grey e Keb’ Mo’.Postura de palco eu sou fascinado pelo jeito Moska, ele é um artista completo!

Você em 2009 lançou o álbum Figurinhas, conte qual é a proposta desse álbum? 

Foi meu primeiro disco “solo”. Antes disso tinha gravado mais dois trabalhos, trabalhos pequenos, sem muita divulgação, mas com muito aprendizado.“Figurinhas” levou 5 anos para ficar pronto, foi lançado em 2009, durante esse processo muitas coisas na minha vida pessoal aconteceram e isso tudo ficou registrado no disco. É realmente um álbum de histórias, sentimentos. Na época foi quase como um “descarrego”, muitas coisas que eu precisava falar estão nele. Hoje mais tranquilo vejo que foi um ótimo ponto de partida para o trabalho que venho fazendo hoje, apesar de ser sonoramente bem diferente das atuais.

Sabemos que na vida de um músico, principalmente que compõe nem tudo são flores. As críticas foram muito fortes? E como você lidou com isso? 

Acredito que estamos sempre sendo criticados, sejam ela positivas ou negativas. Estamos sempre sendo testados também, principalmente na sabedoria de se expressar e na paciência de ouvir uma critica mais pesada ou de alguém que não te conhece ou não conhece o teu trabalho por completo.Sabendo lidar com isso as críticas sempre te trazem algo positivo. Podem te fazer perceber um erro, uma postura errada, fazer perceber até mesmo que certa música, letra poderia ter ficado muito melhor. Crítica também atrai pessoas verdadeiras e afasta “pilantras”, tudo é uma questão de percepção, paciência e sabedoria hehe
 

Eu vi na sua página que você lançou um EP com seis músicas, e alguns dias um clipe da sua nova música, "O Retrato Oval". Como está sendo esse novo projeto? 
Está sendo maravilhoso. Fiquei o ano de 2014 quase todo em um “retiro” espiritual depois de uma sucessão de projetos inacabados. Decidi então dar um tempo nas gravações do novo álbum, juntar ideias e forças. O lançamento de “O Retrato Oval” marca essa volta, ela foi composta para trilha sonora de um curta que está sendo produzido aqui no sul, gostei do resultado e achei interessante juntar ao meu trabalho.Já o EP é uma espécie de coletânea, reúne os principais singles lançados de 2010 até 2014 mais a nova, “O Retrato Oval”. É ótimo voltar para estrada com meu show autoral, novo, reformulado e cheio de energias boas.

E pra finalizar, eu vi que você tem um canal no Youtube onde você posta suas composições e alguns covers, o que você poderia falar sobre esse projeto? 

Gosto muito da interatividade das redes, quando comecei a tocar e a fazer shows à internet ainda não tinha essa força. Poder usar canais como o YouTube é fantástico, gosto de postar trechos de músicas novas, até mesmo ideias, brincadeiras. Também já gravei alguns covers, sem pretensão nenhuma, pura diversão. Faço parte de um projeto “Especial Cazuza”, é um show, formato banda onde tocamos clássicos do poeta, é sensacional, adoro o trabalho dele. Também tem registro desse trabalho no YouTube. Já toquei muito em bares, pub’s. Tocar cover sempre foi uma forma de aprender novos truques musicais e elaborar novas músicas.


Gostou do Chico Paz e quer saber mais sobre ele? Entre em contato nos links abaixo. Valeu!



CONTATOS

(51) 8459.6675
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