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19 julho 2016
Pagan John, música em qualquer linguagem
Banda que mistura música Pop com influências do Folk formada em São Paulo no início de 2014 por Gustavo Pagan (Vocal), Joao Milliet (Guitarra), Leo Wicthoff (Baixo) e Mauricio Sousa (Bateria). As letras da banda são bem românticas e falam das relações do cotidiano. Pagan John já te um disco na bagagem o "Black To Grey" que é todo em inglês, mas para o futuro a tendência é que a banda grave um trabalho em português principalmente após o lançamento do single "Inesperado".
Não deixe de conferir o trabalho da banda, dá o play.
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Blogueiro e músico. Sou Beatlemaníaco, mas nem por isso deixo de escutar outros artistas. Gosto muito de MPB e do bom e velho Rock N' Roll.
20 junho 2016
Confira o novo clipe do Jéf
No último dia 17 (junho de 2016) o compositor gaúcho Jéf lançou o clipe da música "Faz", faixa que encerra seu último disco o "Interior" de 2015.
Dirigido por Gabriela Fontoura o clipe traz para os fãs do cantor os bastidores e as rotinas de trabalho de Jéf, com trechos de antes, depois e durante os shows. Então não perde tempo e confere o clipe.
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17 junho 2016
"Persona " o álbum de estreia do Vitor Medina
Persona é o primeiro trabalho solo do cantor e compositor Vitor Medina. O disco já vem carregando o peso de já ter um single com clipe, o "Colabora", a segunda faixa. Apesar do peso temos que destacar a coesão desse trabalho, já que geralmente um primeiro álbum contém certas desconexões entre as faixas, até pela compreensível insegurança do artista e também pela indefinição de sonoridade, felizmente esse não foi o caso. No "Persona" nenhuma música se desprende negativamente das outras.
Falando da sonoridade, tirando fato das letras serem em português, o "Persona", poderia ser facilmente confundido com o disco de música Latina, já que os metais são extremamente parecidos com o que ouvimos nas músicas Argentinas, Uruguaias e Colombianas, elementos da Cúmbia (ritmo latino) também são perceptíveis. Além da parte latina o disco tem aquela pegada mais acústica, já que outra influência do Vitor é a música Folk, mas mesmo assim as faixas não ficaram com lacunas, a sonoridade é bem completa.
Vitor Medina está preparando outro clipe para o disco e a canção com mais probabilidade de ser escolhida é "Deixa Ela Ver" a terceira faixa do disco.
Vale apena também destacar a parte gráfica do "Persona", já que a capa e a contra capa do disco são muito bem feitas e criativas, e brincam com a barba do Vitor Medina.

Confere o disco completo.
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13 junho 2016
Entrevista com o cantor e compositor Vitor Medina
Vitor Medina é um cantor e compositor que mistura Folk, Rock e música Latina e se você quiser ver o que falamos sobre ele é só (clicar aqui). Hoje ele passa aqui pelo Meu Nome É Música para falar do seu disco de estreia o "Persona" - em breve sai uma resenha sobre o disco -, repercussão e o sobre o seu futuro.
Brasil sempre foi um exportador da música para os países vizinhos, você percorreu o caminho inverso, trouxe ritmos latinos para dentro da tua musicalidade. Como apareceu pra ti a música latina e como isso te influenciou?
- Em 2011, após 3 anos desde o término da minha primeira banda (que era de rock), resolvi voltar a compor e gravar algumas canções que acabaram vindo para mim nesse feitio. Acredito muito que o processo de composição é algo místico e indecifrável. Sempre ouvi de tudo, e naquele momento a forma de me expressar acabou sendo essa, sabe-se lá o porque. Gosto muito de ritmos latinos e de folk, e por conta de ter durante anos composto em uma banda de rock, após o seu fim, as outras influências tenham tomado as rédeas, como uma “fórmula de escape”, acredito eu.
Como foi o processo de gravação do Persona e como está sendo a recepção dele?
- O processo de gravação do “Persona”, ao meu ver, foi demorado. Foram 3 anos de gravações. Durante esse processos, acabei mudando de produtores, de estúdio (2 vezes), até chegar, em 2013, ao Zeus Media Brasil (do amigo Thiago Olliveira, que produziu o disco junto ao Raphael Dieguez). A partir dessa última mudança, as coisas passaram a andar.
A recepção do “Persona” tem sido muito positiva. Tenho escutado palavras de admiração e carinho de pessoas de todo o país, e até de fora. Estou feliz por esse lançamento, e pelo feedback positivo da imprensa (que tem aberto portas) e de profissionais da música acerca do mesmo.
O fato de tu ser um músico independente influencia no som que tu vai produzir? Ter a liberdade para experimentar?
- A música é arte, não tem porque não experimentar, sendo independente ou não. Pretendo durante a minha carreira ainda explorar vários outros caminhos musicais na hora de produzir e compor.
Você lançou o clipe “Colabora”, do disco Persona e ele já obteve mais de 60 mil visualizações no Youtube, tocou no Multishow e na Play TV também. Tu imaginou essa repercussão? E como surgiu a ideia do clipe?
- Não imaginei nada na verdade, pois quando lancei o single “Colabora”, havia 3 anos que não lançava um material inédito, então eu não fazia ideia do que tinha por vir, de qual seria a repercussão, mas acabou que esse lançamento teve bastante visibilidade nas redes sociais, rádios e sites especializados, servindo assim de termômetro e parâmetro para os próximos passos.
Pode ser cedo para perguntar sobre um disco novo, já que recém saiu o Persona, mas esse teu estilo mais Folk deve ser o teu caminho na música ou ainda tu está em um processo de experimentação musical?
- Já tenho algumas composições novas, que soam um pouco diferentes das do “Persona”, mas de uma forma que ainda não sei explicar. Essas, muito provavelmente, entrarão em um próximo disco, mas precisam pegar um pouco mais de “corpo” antes disso, pois ainda não fechei os arranjos por estar muito concentrado no lançamento do “Persona” por esses tempos.
Quais são as tuas influências, quem que tu se inspira para tocar?
- Olha, pra ser sincero, não sou um cara que procura se inspirar em determinados artistas para fazer o som. A vida, seus mistérios, e a forma como eu enxergo o mundo e as situações ao meu redor (ou até dentro de mim) que atiçam a minha criatividade.
Quais os teus projetos para o futuro?
- Primeiramente retomar a rotina de shows e rodar com a banda e o “Persona” no maior número de cidades que puder. Futuramente, clipes de músicas desse trabalho, e ainda mais a frente, um próximo disco. Acho que ainda é cedo para falar de forma concreta sobre o amanhã. Sou “pés no chão”, embora possua algumas metas e sonhos. Por enquanto vou vivendo o hoje, já que tenho curtido muito tudo o que tem acontecido na minha carreira desde que a retomei com “Colabora”. Aos poucos vou planejando os próximos passos, e o mais legal é que todo mundo que me acompanha terá a oportunidade de trilhar e descobrir isso junto a mim.
Facebook: vitormedinaoficial
Brasil sempre foi um exportador da música para os países vizinhos, você percorreu o caminho inverso, trouxe ritmos latinos para dentro da tua musicalidade. Como apareceu pra ti a música latina e como isso te influenciou?
- Em 2011, após 3 anos desde o término da minha primeira banda (que era de rock), resolvi voltar a compor e gravar algumas canções que acabaram vindo para mim nesse feitio. Acredito muito que o processo de composição é algo místico e indecifrável. Sempre ouvi de tudo, e naquele momento a forma de me expressar acabou sendo essa, sabe-se lá o porque. Gosto muito de ritmos latinos e de folk, e por conta de ter durante anos composto em uma banda de rock, após o seu fim, as outras influências tenham tomado as rédeas, como uma “fórmula de escape”, acredito eu.
Como foi o processo de gravação do Persona e como está sendo a recepção dele?
- O processo de gravação do “Persona”, ao meu ver, foi demorado. Foram 3 anos de gravações. Durante esse processos, acabei mudando de produtores, de estúdio (2 vezes), até chegar, em 2013, ao Zeus Media Brasil (do amigo Thiago Olliveira, que produziu o disco junto ao Raphael Dieguez). A partir dessa última mudança, as coisas passaram a andar.
A recepção do “Persona” tem sido muito positiva. Tenho escutado palavras de admiração e carinho de pessoas de todo o país, e até de fora. Estou feliz por esse lançamento, e pelo feedback positivo da imprensa (que tem aberto portas) e de profissionais da música acerca do mesmo.
O fato de tu ser um músico independente influencia no som que tu vai produzir? Ter a liberdade para experimentar?
- A música é arte, não tem porque não experimentar, sendo independente ou não. Pretendo durante a minha carreira ainda explorar vários outros caminhos musicais na hora de produzir e compor.
Você lançou o clipe “Colabora”, do disco Persona e ele já obteve mais de 60 mil visualizações no Youtube, tocou no Multishow e na Play TV também. Tu imaginou essa repercussão? E como surgiu a ideia do clipe?
- Não imaginei nada na verdade, pois quando lancei o single “Colabora”, havia 3 anos que não lançava um material inédito, então eu não fazia ideia do que tinha por vir, de qual seria a repercussão, mas acabou que esse lançamento teve bastante visibilidade nas redes sociais, rádios e sites especializados, servindo assim de termômetro e parâmetro para os próximos passos.
Pode ser cedo para perguntar sobre um disco novo, já que recém saiu o Persona, mas esse teu estilo mais Folk deve ser o teu caminho na música ou ainda tu está em um processo de experimentação musical?
- Já tenho algumas composições novas, que soam um pouco diferentes das do “Persona”, mas de uma forma que ainda não sei explicar. Essas, muito provavelmente, entrarão em um próximo disco, mas precisam pegar um pouco mais de “corpo” antes disso, pois ainda não fechei os arranjos por estar muito concentrado no lançamento do “Persona” por esses tempos.
Quais são as tuas influências, quem que tu se inspira para tocar?
- Olha, pra ser sincero, não sou um cara que procura se inspirar em determinados artistas para fazer o som. A vida, seus mistérios, e a forma como eu enxergo o mundo e as situações ao meu redor (ou até dentro de mim) que atiçam a minha criatividade.
Quais os teus projetos para o futuro?
- Primeiramente retomar a rotina de shows e rodar com a banda e o “Persona” no maior número de cidades que puder. Futuramente, clipes de músicas desse trabalho, e ainda mais a frente, um próximo disco. Acho que ainda é cedo para falar de forma concreta sobre o amanhã. Sou “pés no chão”, embora possua algumas metas e sonhos. Por enquanto vou vivendo o hoje, já que tenho curtido muito tudo o que tem acontecido na minha carreira desde que a retomei com “Colabora”. Aos poucos vou planejando os próximos passos, e o mais legal é que todo mundo que me acompanha terá a oportunidade de trilhar e descobrir isso junto a mim.
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03 junho 2016
A alquimia de Vitor Medina
Esse cantor e compositor fluminense (Rio de Janeiro) traz uma alquimia musical impressionante, Folk, Pop-Rock e Música Latina. Vitor Medina está com um disco recém lançado, o "Persona" e que pode ser baixado gratuitamente (clique aqui), e ainda com clipe da música "Colabora" que já está chegando na marca dos 65 mil visualizações no Youtube, além de ter sido exibido nos canais Multishow e Play TV.
Com uma barba respeitável e com um estilo que banca a proposta de som dele, Vitor Medina está pronto para se estabelecer como um nome importante dentro do estilo aqui no Brasil.
Em breve sairá uma resenha sobre o "Persona", então aproveita para baixar o disco, ver o clipe e sacar o som do cara.
Link do Clipe "Colabora": (clique aqui)
Site: http://www.vitormedina.com/
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27 abril 2016
O que você precisa saber sobre o Abril pro Rock - Parte 1
Nos dia 29 e 30 abril acontece a 24ª edição do aclamado festival Abril pro Rock, entre as principais atrações do festival estão Alice Caymmi (RJ), Jéf (RS), Tiê (SP) e Filipe Catto (RS). Então aproveita e segue escutando o som da galera que vai tocar no primeiro dia de festival.
Ele já foi entrevistado pelo Meu Nome É Música, e lá ele disse que ficou muito feliz com o convite e que como seu primeiro fã clube é de Recife, espera devolver todo o carinho que eles recebeu deles. (Entrevista completa aqui). Com seu estilo, Pop-rock, Folk e Indie e depois de dois discos lançados, o "Leve" em 2014 com a produção de Thiago Heinrich e o "Interior" de 2015 com a produção do Lucas Silveira da banda Fresno, a expectativa pro show não poderia ser a melhor.
Sim, ele é neta de Dorival Caymmi, mas se engana quem acha que ela vem na puxada do avô, a "Rainha dos Raios" - como ela é conhecida - é extremamente original e vai deixar você empolgadaço com o som dela. Alice já tem dois discos lançados, o homônimo de 2012 e o "Rainha dos Raios" de 2014 (que já pode ser considerado homônimo também). Recentemente Alice Caymmi gravou seu primeiro DVD, então podemos esperar o mesmo repertório para o Abril pro Rock? Não podemos afirmar isso, ela é imprevisível e por isso que a adoramos.
Jéf
Ele já foi entrevistado pelo Meu Nome É Música, e lá ele disse que ficou muito feliz com o convite e que como seu primeiro fã clube é de Recife, espera devolver todo o carinho que eles recebeu deles. (Entrevista completa aqui). Com seu estilo, Pop-rock, Folk e Indie e depois de dois discos lançados, o "Leve" em 2014 com a produção de Thiago Heinrich e o "Interior" de 2015 com a produção do Lucas Silveira da banda Fresno, a expectativa pro show não poderia ser a melhor.
Alice Caymmi
Sim, ele é neta de Dorival Caymmi, mas se engana quem acha que ela vem na puxada do avô, a "Rainha dos Raios" - como ela é conhecida - é extremamente original e vai deixar você empolgadaço com o som dela. Alice já tem dois discos lançados, o homônimo de 2012 e o "Rainha dos Raios" de 2014 (que já pode ser considerado homônimo também). Recentemente Alice Caymmi gravou seu primeiro DVD, então podemos esperar o mesmo repertório para o Abril pro Rock? Não podemos afirmar isso, ela é imprevisível e por isso que a adoramos.
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06 abril 2016
Entrevista com o cantor e compositor Jéf
Jéf é um cantor e compositor gaúcho da cidade de Três Coroas que mistura Indie, Pop- Rock e Folk com uma boa parcela da sua concepção pessoal sobre o mundo. Sua voz já alcançou muita gente dentro e agora fora do país, isso porque ele tocou recentemente no festival SXSW em Austin, Texas (Estados Unidos).
Depois de dois discos lançados, "Leve" em 2014 com a produção de Thiago Heinrich, ou como Jéf chama o George Martin brasileiro e o "Interior" de 2015 com a produção do Lucas Silveira da banda Fresno, Jéf desembarcará dia 29 de abril no tradicional festival Abril pro Rock, mas antes de chegar em Recife ele fez uma escala aqui no Meu Nome É Música e contou sobre sua carreira, festivais, produção musical e shows.
Confere aí a entrevista.
Agora em abril, tu vai participar do grande festival Abril pro Rock, um festival muito eclético e que já revelou de Chico Science & Nação Zumbi a Los Hermanos, qual a tua expectativa de tocar no festival? E o que tu espera do público de lá?
Fiquei muito feliz com o convite. Quando recebi a mensagem, deu vontade de sair correndo, de tão alegre que fiquei. É um festival mega importante, como você disse, lançou o Los Hermanos que é uma grande referência pra mim. Meu primeiro fã clube é de Recife, eles fizeram uma força gigante pra que eu fosse pra lá, espero poder devolver todo o carinho que recebo deles e de quem gosta do meu trabalho.
Você acabou de participar da SXSW em Austin. Como foi a experiência lá? O público era maioria brasileiro? Tem diferença do público daqui?
Foi uma experiência incrível. Nunca tinha saído do país, não falo bem inglês e consegui me virar superbem. Foi experiência de vida mesmo, acrescentou muito pra mim. O público era maioria gringo mesmo, e foram super atenciosos, prestaram atenção nas músicas e aplaudiam muito quando terminava. Tem um respeito muito grande pelo artista.
Você em 2015 lançou o álbum “Interior’, como está sendo a recepção do público no shows e como tu seleciona o repertório? Mescla com o álbum “Leve” de 2014?
Tá sendo bacana, o pessoal canta junto as músicas e isso é muito bonito. Sim, como o "Interior" surgiu pouco tempo depois do lançamento do "Leve", tive que aproveitar algumas músicas, não podia deixa-las de lado. Então, nos shows, mesclo os dois discos sim.
Como tu assimila teu reconhecimento diante de um público maior? Pessoas do Brasil inteiro conhecendo o teu trabalho através da Internet e também de clipes na TV. E teve até um mexicano lá em Austin que conhecia o teu trabalho né? Como é isso pra ti?
Sim, teve um mexicano lá que veio falar comigo e me deu vontade de chorar, foi bem emocionante. Como eu sou do interior do Rio Grande do Sul, não tinha muito ideia desse mundo da música, não pensava nisso. Coloquei minhas músicas na internet porque queria compartilha-las, e aí surgiu o disco, e aí surgiu o programa e tudo mudou, teve uma dimensão maior, e é muito legal isso, de poder ter minhas músicas escutadas pelo Brasil inteiro, e agora até fora do país, pois lá estava rolando na rádio do festival, foi um passo super importante. É tão bonito quando a gente faz algo com carinho e esse carinho volta pra ti.
Você fez uma música em parceria com o Lucas Silveira do Fresno e também foi ele que produziu o “Interior”. Como foi tua relação com ele na hora de fazer a música e o clipe?
O Lucas é incrível. Quando lancei meu primeiro disco, ele ouviu, não sei como chegou até ele, e compartilhou, na época eu nem vi, um amigo que me avisou. Aí quando cheguei no programa e vi que ele era jurado, agradeci. Ele falou que independente do que rolasse no programa, ele gostaria de gravar meu próximo disco na casa dele, fiquei super feliz. E aí rolou de ganhar o programa e ele produzir o disco. Logo na primeira conversa, já falamos de fazermos uma música juntos, e passei o final do ano inteiro pensando em um assunto legal pra essa música, que seria muito importante. Cheguei com a ideia de "Rema e Acredita" e finalizamos durante as gravações. Ele é um grande compositor. Depois para o clipe, o Rafa Rocha (que além de fazer clipes lindos, participa de uma banda sensacional, chamada Wannabe Jalva) teve a ideia e convidamos o Lucas, que topou na hora. Conseguimos conciliar a agenda mega lotada dele, e fomos abençoados com um dia lindo.
Uma curiosidade, seus dois discos tem uma arte na capa que é espetacular. Quem fez a capa? E como surgiu a ideia?
A capa do "Leve" foi criada pelo meu amigo Leo Lage, ele é artista gráfico, de Porto Alegre. Ficamos um bom tempo em cima do conceito "leve", até que ele chegou a ideia, junto com o fotógrafo Gabriel Not.
A capa do "Interior" foi criada pelo Rafa Rocha, que também dirigiu o clipe de "Rema e Acredita". O Rafa é super talentoso. Levamos um tempo para decidir o caminho que queria seguir, até que um dia quando eu estava dirigindo, tive a ideia de "interior" para o nome do disco, mandei pra ele e na hora ele achou massa, e começamos a trabalhar o conceito. As artes do encarte são muito bonitas, acho que ele conseguiu captar muito bem a atmosfera e a energia do disco.
O Meu Nome É Música agradece o Jéf pela entrevista e pela atenção com o Blog. Ficaremos sempre em alerta com qualquer novidade sobre ele.
Depois de dois discos lançados, "Leve" em 2014 com a produção de Thiago Heinrich, ou como Jéf chama o George Martin brasileiro e o "Interior" de 2015 com a produção do Lucas Silveira da banda Fresno, Jéf desembarcará dia 29 de abril no tradicional festival Abril pro Rock, mas antes de chegar em Recife ele fez uma escala aqui no Meu Nome É Música e contou sobre sua carreira, festivais, produção musical e shows.
Confere aí a entrevista.
Agora em abril, tu vai participar do grande festival Abril pro Rock, um festival muito eclético e que já revelou de Chico Science & Nação Zumbi a Los Hermanos, qual a tua expectativa de tocar no festival? E o que tu espera do público de lá?
Fiquei muito feliz com o convite. Quando recebi a mensagem, deu vontade de sair correndo, de tão alegre que fiquei. É um festival mega importante, como você disse, lançou o Los Hermanos que é uma grande referência pra mim. Meu primeiro fã clube é de Recife, eles fizeram uma força gigante pra que eu fosse pra lá, espero poder devolver todo o carinho que recebo deles e de quem gosta do meu trabalho.
Você acabou de participar da SXSW em Austin. Como foi a experiência lá? O público era maioria brasileiro? Tem diferença do público daqui?
Foi uma experiência incrível. Nunca tinha saído do país, não falo bem inglês e consegui me virar superbem. Foi experiência de vida mesmo, acrescentou muito pra mim. O público era maioria gringo mesmo, e foram super atenciosos, prestaram atenção nas músicas e aplaudiam muito quando terminava. Tem um respeito muito grande pelo artista.
Você em 2015 lançou o álbum “Interior’, como está sendo a recepção do público no shows e como tu seleciona o repertório? Mescla com o álbum “Leve” de 2014?
Tá sendo bacana, o pessoal canta junto as músicas e isso é muito bonito. Sim, como o "Interior" surgiu pouco tempo depois do lançamento do "Leve", tive que aproveitar algumas músicas, não podia deixa-las de lado. Então, nos shows, mesclo os dois discos sim.
Como tu assimila teu reconhecimento diante de um público maior? Pessoas do Brasil inteiro conhecendo o teu trabalho através da Internet e também de clipes na TV. E teve até um mexicano lá em Austin que conhecia o teu trabalho né? Como é isso pra ti?
Sim, teve um mexicano lá que veio falar comigo e me deu vontade de chorar, foi bem emocionante. Como eu sou do interior do Rio Grande do Sul, não tinha muito ideia desse mundo da música, não pensava nisso. Coloquei minhas músicas na internet porque queria compartilha-las, e aí surgiu o disco, e aí surgiu o programa e tudo mudou, teve uma dimensão maior, e é muito legal isso, de poder ter minhas músicas escutadas pelo Brasil inteiro, e agora até fora do país, pois lá estava rolando na rádio do festival, foi um passo super importante. É tão bonito quando a gente faz algo com carinho e esse carinho volta pra ti.
Você fez uma música em parceria com o Lucas Silveira do Fresno e também foi ele que produziu o “Interior”. Como foi tua relação com ele na hora de fazer a música e o clipe?
O Lucas é incrível. Quando lancei meu primeiro disco, ele ouviu, não sei como chegou até ele, e compartilhou, na época eu nem vi, um amigo que me avisou. Aí quando cheguei no programa e vi que ele era jurado, agradeci. Ele falou que independente do que rolasse no programa, ele gostaria de gravar meu próximo disco na casa dele, fiquei super feliz. E aí rolou de ganhar o programa e ele produzir o disco. Logo na primeira conversa, já falamos de fazermos uma música juntos, e passei o final do ano inteiro pensando em um assunto legal pra essa música, que seria muito importante. Cheguei com a ideia de "Rema e Acredita" e finalizamos durante as gravações. Ele é um grande compositor. Depois para o clipe, o Rafa Rocha (que além de fazer clipes lindos, participa de uma banda sensacional, chamada Wannabe Jalva) teve a ideia e convidamos o Lucas, que topou na hora. Conseguimos conciliar a agenda mega lotada dele, e fomos abençoados com um dia lindo.
Uma curiosidade, seus dois discos tem uma arte na capa que é espetacular. Quem fez a capa? E como surgiu a ideia?
A capa do "Leve" foi criada pelo meu amigo Leo Lage, ele é artista gráfico, de Porto Alegre. Ficamos um bom tempo em cima do conceito "leve", até que ele chegou a ideia, junto com o fotógrafo Gabriel Not.
A capa do "Interior" foi criada pelo Rafa Rocha, que também dirigiu o clipe de "Rema e Acredita". O Rafa é super talentoso. Levamos um tempo para decidir o caminho que queria seguir, até que um dia quando eu estava dirigindo, tive a ideia de "interior" para o nome do disco, mandei pra ele e na hora ele achou massa, e começamos a trabalhar o conceito. As artes do encarte são muito bonitas, acho que ele conseguiu captar muito bem a atmosfera e a energia do disco.
O Meu Nome É Música agradece o Jéf pela entrevista e pela atenção com o Blog. Ficaremos sempre em alerta com qualquer novidade sobre ele.
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26 março 2016
Suricato, um tanto
"Suricato" não é o nome mais comum para uma banda, mas nesse caso foi um nome perfeito. A banda Suricato mistura Folk, Rock, Pop, Reggae, Indie para trazer um som cada vez mais original. A banda usa instrumento poucos convencionais principalmente na música brasileira como o Dobro e o Bandolim. As letras da banda são mergulhadas em temas como natureza e amor, e combinadas a melodia das músicas carregam fortes sentimentos, que certamente farão o publico se emocionar.
Então confere aí na música "Um Tanto", uma das melhores composições da banda.
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28 julho 2015
Essa loucura que é a música Folk
É muito difícil explicar ao certo o que é a música Folk, no significado teórico é a mistura da música folclórica com o rock, na prática é o som mais original possível. O mais legal e conquistador da música Folk é o liberalismo, a falta de ''preocupação'' com um padrão rítmico e com a semelhança entre as canções, ou seja, eu faço o que eu quero, do jeito que eu quero e não interessa se a outra música foi feita totalmente diferente. E por favor não entenda isso como uma coisa ruim, pois é muito legal, são conceitos do Romantismo.
Se você acha que nunca escutou música Folk, pode ser que você esteja enganado pois Bob Dylan e Johnny Cash são alguns exemplos de artistas desse seguimento musical. Aqui no Brasil o Folk ainda não ganhou a força e o apoio que precisava, mas entre os artistas que mais se destacam estão Benjamim e Victória Vaz.
Se você acha que nunca escutou música Folk, pode ser que você esteja enganado pois Bob Dylan e Johnny Cash são alguns exemplos de artistas desse seguimento musical. Aqui no Brasil o Folk ainda não ganhou a força e o apoio que precisava, mas entre os artistas que mais se destacam estão Benjamim e Victória Vaz.
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07 julho 2015
O movimento Glam #1
O movimento Glam surgiu no final dos 60 e começo dos anos 70. Esse seguimento musical tem por características o uso de vestimentas coloridas e a mistura de elementos do sexo feminino com o do sexo masculino. Esse estilo foi popularizado principalmente por David Bowie e pela banda Culture Club liderada pela figura emblemática, Boy George.
No Brasil esse estilo musical foi apresentado pela banda Secos & Molhados, como grande figura e represente máximo até hoje, Ney Matogrosso. Outros artistas brasileiros também incluíram elementos desse seguimento em suas músicas como a Rita Lee.
Esse estilo se diferencia do Glam Metal, por um som não tão estrondoso. Então se liga nessa música aí que representa bem o estilo da banda.
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